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Foto: www.acabra.net 
Rastreio ao cancro do cólon e recto vai diminuir 33% da mortalidade 
Ministra da Saúde apresentou Programa Regional no Instituto Português de Oncologia em Coimbra.

O cancro do cólon e recto representa, em Portugal, a primeira causa de morte por cancro. Em 2005 causou a morte a 3.213 pessoas, matou mais mulheres do que o cancro da mama e mais homens do que o cancro da próstata, e a sua mortalidade tem vindo a aumentar quatro por cento ao ano. «Razões suficientes para estarmos preocupados com esta doença», disse ontem a ministra Ana Jorge, na apresentação do Programa Regional de Rastreio do Cancro do Cólon e Recto, lançado pela Administração Regional de Saúde do Centro (ARSC).

O programa de rastreio, que este ano envolverá um total de 31 centros de saúde de Coimbra, Leiria e Viseu, terá uma implementação faseada até cobrir a população alvo de toda a região Centro: utentes com idades entre os 50 e os 70 anos. Detectar precocemente para diminuir a mortalidade em 33 por cento dos casos de cancro do cólon e recto é o grande objectivo do rastreio, conforme explicou António Morais, coordenador da Comissão Oncológica Regional.

Números

120 mil - Número de pessoas a quem se dirige o rastreio

400 mil euros - Investimento para o primeiro ano do rastreio

35 mil - Testes disponíveis para 2009, a primeira fase do programa

31 - centros de saúde envolvidos nos distriutos de Coimbra, Viseu e Leiria

1,6 milhões de euros - Gastos anuais estimados quando o programa abranger toda a região

1365 - casos de cancro do cólon de recto identificados em 2006 na região

Veja aqui a notícia completa.

Fonte de Informação:
Diário de Coimbra